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Luto no teatro e na música

Waldcick Soriano

Morreu por volta das 5h30 desta quinta-feira (4) o cantor Waldick Soriano. A informação foi confirmada pela esposa dele, Walda Soriano, com quem ele vivia há 38 anos. "Fiquei sozinha. Fica um vazio muito grande. Ele era um ótimo pai e marido", lamentou a esposa. Segundo ela, o cantor deixa oito filhos registrados.

O corpo do cantor deve ser enterrado no Cemitério do Caju, mas o horário e o local do velório ainda não foram definidos.


A família conta que o compositor estava internado desde o último domingo (31) no Instituto Nacional do Câncer, no Rio. Aos 75 anos, ele tratava de um câncer na próstata há mais de dois. Por causa do seu estado de saúde, o cantor, que vivia em Fortaleza, veio para o Rio em abril.

A filha do cantor, Walquíria Soriano, informou que o cantor descobriu que estava com a doença muito tarde, quando ela já tinha se espalhado.

Nascido em Caetité, no sertão da Bahia, Waldick tem mais de 40 anos de carreira e entre os seus sucessos, do gênero brega, estão "Eu não sou cachorro, não" e "Tortura de amor". Antes de se tornar cantor, ele chegou a ser peão, motorista de caminhão e garimpeiro.

No ano passado, o cantor voltou aos holofotes e lançou CD e DVD embalado no documentário dirigido pela atriz Patrícia Pillar, “Waldick, Sempre no Meu Coração”, sobre sua vida.

Fernando Torres

O ator, locutor, produtor e diretor Fernando Torres morreu em casa nesta quinta-feira (4), em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Torres morreu de enfisema pulmonar, segundo informação de sua empresária. De acordo com sua empresária, ele será cremado na sexta-feira (5).

De uma família de artistas, ele era casado com Fernanda Montenegro e pai de Fernanda Torres e do cineasta Cláudio Torres. Torres deixa também três netos.

Fernando estreou no teatro em 1949, atuando em "A Dama da Madrugada", de Alejandro Casona.

Em 1952, se casou com a também atriz Fernanda Montenegro, a quem tinha conhecido na época em que foi locutor.



Nos anos de 1956 a 1958, trabalhou no Teatro Brasileiro de Comédia, TBC, como ator e como assistente de direção, e assina pela primeira vez a direção de um espetáculo em "Quartos Separados", 1958.

Em 1959, fundou com Fernanda Montenegro, Sérgio Britto e Gianni Ratto, o Teatro dos Sete, onde atuou principalmente como produtor. Dirige, ainda na companhia, em “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, 1961, sendo premiado como diretor revelação.

Seu último trabalho no cinema foi sob a direção do filho Cláudio em "Redentor", de 2004, quando atuou ao lado da esposa.



FONTE: G1
João Alves

João Alves

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