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The Cross - a revolução da noite cuiabana


A festa inspirada em uma casa noturna de United Kingdon, em Londres, está fazendo a noite quente de Cuiabá ficar ainda mais fervorosa e muito disputada. Em Londres, a The Cross nasceu debaixo dos trilhos da estação King's Cross, daí o nome. Na capital matogrossense, a balada se tornou nômade, fazendo cada lugar ficar ainda mais misterioso para os seus frequentadores.

Foram disponibilizados 200 ingressos para serem vendidos antecipadamente nos pontos de vendas, em apenas quatro dias, todos os ingressos foram vendidos.

Os realizadores da festa, Sérgio Butakka e Marcelo Paiva, ambos com experiências em realizar festas maravilhosas prometem uma balada de abalar as estruturas e mexer com os sonhos e ilusões dos seus baladeiros. E o Blog Coisa Que Acontece resolveu entrar nesse sucesso e explorar de como foi criada a festa, saber um pouco sobre seus idealizadores e o que esperar para o futuro, Confira.

Relembrando a primeira festa que ocorreu na Capital, Sérgio e Marcelo  relatam que tiveram um pouco de dificuldade, por ser um evento grande e que começou com o sol rachando e foi até a lua clarear a noite.

"A primeira, aqui em Cuiabá, com certeza foi a mais difícil, pois foi a edição mais luxuosa até então e a que teve os custos mais altos. Foi a festa de lançamento da The Cross em Cuiabá, uma Pool Party, realizada no antigo Sirenusa Night Club, que conta com uma estrutura física e um ar glam nunca antes visto pelo publico cuiabano. A festa foi feita na cara e na coragem pelo Sérginho [Sérgio Butakka] e foi super bacana! A ambientação de night club com piscinas, Dj’s, bar incrível e demais atrações agradou a todos que estavam presentes. Foi a primeira inovação no meio GLS cuiabano, uma Day party, uma festa que começou de dia e se desenrolou até o cair da noite!"

E as próximas que se seguiram foram mais tranquilas e fáceis de se criar.

"A segunda edição, que foi o preview da The Cross Digital, que aconteceu no Bar Patriota na Praça Popular e a terceira, que foi a The Cross – Digital! Em si, foram mais fáceis, tanto na parte do patrocínio, que veio com mais facilidade e nos proporcionou trabalhar com marcas renomadas e oferecer ao público mais diversão em sua organização. E o público, já começou a ter conhecimento do nome The Cross e da proposta da festa!"

Sabemos que as festas GLS são as mais animadas, isso é fato, sem discussão, mas em um ambiente animado e divertido não interessa a opção sexual de cada um, o importante é se divertir e a The Cross não é uma festa rotulada.

"O evento não é restrito a um gênero. Firmamos com o público GLS, tendo em vista que na Europa o meio GLS é sinônimo de boa música, de boa ambientação, sendo mais avançado e tido como mais cool que o meio hétero, mas a casa esta aberta a todo público que procure um ambiente bacana, com boa música, onde se sinta bem e venha para se divertir! Acredito que se você se preocupar mais com a sexualidade da pessoa ao lado do que com a música e o ambiente em que você se encontra, bem, então a The Cross não foi feita para você, seja você gay ou não. Somos um ambiente totalmente ausente de preconceitos."

A próxima festa, intitulada de 'The Cross - Fantasy', vai mexer com os sonhos dos baladeiros de plantão.

"Fantasy vem de fantasia, de sonhos, de ilusões, de jogos da mente! Queremos com esse tema brincar com os sentidos, com boa música, com uma decoração futurista brincar com a visão, dando as pessoas uma noite de desejos, de sonhos, de fantasias e esperamos que cada uma das aspirações que todos têm quando saem de casa, sejam realizada. Afinal todos temos aspirações ao sair de casa, seja dançar, ou encontrar alguém bacana para uma paquera! Seja beber com os amigos e deixar de lado as atribulações da vida moderna, nós sempre paramos pra pensar no que pode acontecer, ao encararmos o espelho, ao escolhermos aquela peça de roupa em especial, ou ao passar aquele super perfume! E é exatamente isso que a The Cross, com o tema “Fantasy!” vem tentar realizar!"

Muitos devem se perguntar, assim como eu, porque a festa é realizada cada vez um lugar diferente, porque não se firmar em um local, para ficar de fácil acesso. Os queridos Sérgio e Marcelo tem uma explicação, que é bem interessante e eu concordei.

"Não firmamos um local fixo de propósito, pois é a inovação um dos pilares da The Cross, e a mudança de local e ambiente é sempre necessária para se tornar apropriada a cada edição. A égada da festa é semrpe a brincadeira com o mistério, com a inovação, por isso os segredos sobre atrações, locais, listas e tudo mais. Acreditamos que não há somente uam “grande estrela” na festa, como um grande Dj, ou uma grande ambientação. Não, para a Equipe The Cross, as grandes e mais importantes estrelas da festa são nossos clientes! É por isso que fazemos tudo com muito carinho, pensando em cada mínimo detalhe quase de forma cirúrgica e sempre pensando em agradar todos, pois a festa e tudo que há nela: décor, music, place, drinks é somente complementação da alegria e da boa vibração dos frequentadores!"

Muitos querem saber se a festa é passageira ou vai firmar na noite cuiabana. E como não poderia faltar, o CQA traz uma informação dos bastidores, que Marcelo Paiva e Sérgio Butakka forneceu de primeira mão. E que todos querem saber, depois dessa, quando vai ser a próxima?

"A festa veio para ficar, e a próxima edição é de 1 ano de The Cross em Cuiabá e ela já esta pronta, o ultimo passo é acertar o local para que ela seja realizada. Vai ser a festa com maior custo que já fizemos e terá o tema de FISRT CLASS, Primeira Classe em português. “Uma viagem ao Paraíso, de Primeira Classe” é o tema estrutural da festa. Posso adiantar de antemão, mas sem revelar mais segredos que serão duas área open bar, seguindo a exemplo da Fantasy, que esta inovando com uma área Open Bar."


Agora, falar um pouco sobre a história, que aqui eles transformaram em festa, mas na verdade foi uma boate, só pra complementar o que foi dito anteriormente.

"A ideia da festa nasceu em Londres – United Kingdon. O local exato de onde a The Cross nasceu era uma passagem de baixo dos trilhos de trem que passando sob a estação de King’s Cross, por isso o nome de The Cross. A The Cross era uma casa noturna que durante muitos anos foi um dos clubs mais luxuosos de Londres e que, assim como a Fiction e Vertigo lançou muita gente na noite de Londres.
A primeira festa aconteceu em 1999 e a última foi em 2007, pois o local foi interditado. Por esse fato a The Cross fechou suas portas em Londres, mas o seu espírito perdura até hoje, já que a patente foi dividida entre 5 representantes. Hoje temos a The Cross acontecendo não só no Brasil, mas em Praga, na República Tcheca também.
O conceito não foge do que existe é aqui em Cuiabá, a única diferença é que nos outros locais a The Cross não é um evento esporádico e sim uma casa noturna, mas não ficamos atrás em nada ao que acontece ao redor do mundo, pois todos os points The Cross procuram sempre embasar-se no que foi a The Cross britânica, mantendo a essência de luxo, requinte, boa musica eletrônica, criatividade e inovação."

Perfis:
Sérgio Butakka
Sérgio Butakka - Trabalhou com a SuperMartxe em Ibiza, a The Cross e a Trade London, em Londres.Apesar de ter tido alguns meses de experiências, foram suficientes para ter a noção de criar uma festa grandiosa.
Em Londres, teve uma participação mais intensa na The Cross, onde era um dos sócios da casa. Na The Cross de Cuiabá, ambos trabalha com a estrutura da festa, desde a ideia geral até a execução, mas a área de montagem é a cargo dele.

Marcelo Paiva
Marcelo Paiva -
Ex-prometer do distinto Club Lotús, as festas Glive, In The House e Funk Deluxe, além de já ter trabalhado no Grupo Aram. Na The Cross, ele costuma dizer que não tem um que faça isso e outro que faça aquilo, ele e o Sérginho (como costuma chamar o seu sócio) são os 'faz-tudo'. Mas a divulgação e promoção do evento, o Marcelo, fica responsável.

"Querendo ou não, todo mundo sempre cria expectativas para uma noite de sábado, até em nível inconsciente. Então, carregamos nas costas o peso de corresponder a tudo que essas pessoas, muitas vezes que não conheçemos, almejam. Lógico, ninguém consegue agradar todo mundo, se nem Jesus Cristo agradou, porque temos que fazer isso? Mas procuramos e infelizmente não controlamos o desejo de fazer sempre o melhor! 
João Alves

João Alves

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