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40 anos de “O Exorcista”, um clássico absoluto do terror

É “apenas” um dos maiores clássicos do cinema americano em todos os tempos e um filme que redefiniu o gênero de terror. Nesta quarta, dia 19 de junho, O Exorcista completa 40 anos.




Um filme que dá medo em qualquer um. O Exorcista é daquelas produções que marcam quando se assiste e não saem da memória. O longa chegou ganhou sua premiere nos Estados Unidos em 1973 (e foi para o grande público em dezembro daquele ano. Consideramos o momento em que é mostrado pela primeira vez como o aniversário) e chocou o público com cenas fortes e ousadas de possessão demoníaca. Tudo foi mostrado de uma maneira bem diferente do que se havia feito no passado no cinema e o mal que o público via era algo praticamente invencível.

Pior que isso: era intangível. Os ingredientes da produção e o seu resultado final não deixavam dúvidas de que as pessoas estavam vendo o nascimento de um clássico.

A história mostra Chris (Ellen Bursty) e sua filha adolescente Regan (Linda Blair) vivendo em Georgetown. Aparentemente as duas se dão bem, mas as coisas mudam rapidamente. Regan passa a ter reações estranhas e deixa sua mãe preocupada. Logo, a menina passa por uma bateria de exames que não detectam nada. Em seguida, passa a acontecer eventos estranhíssimos dentro da casa das duas e a menina inicia uma transformação. Logo se percebe que ela está possuída por um demônio que toma conta de seu corpo e mente. 



As cenas de Regan possuída são de arrepiar. A garota foi completamente transformada através de maquiagem (feita por Dick Smith e Rick Baker). Além disso, a atuação de Linda Blair é algo que chama a atenção. Na época a atriz tinha apenas 14 anos e sua carreira ainda era bem curta. Mas em O Exorcista, Linda se superou e uma adolescente nunca foi tão medonha. Regan falava com voz estranha, girava a cabeça em 360 graus, vomitava gosmas nojentas, levitava e deixava qualquer um arrepiado de medo. A história do filme é inspirada no livro de William Peter Blatty que, por sua vez, se baseia numa história real que aconteceu em 1949.

O elenco tinha também, como destaques, os atores Max Von Sydow e Jason Miller. Eles interpretaram os padres Merrin e Damian. São eles que se tornam os responsáveis por exorcizar o demônio do corpo de Regan e travam uma luta insana com o ser das trevas. 



A direção é de William Friedkin, um documentarista de TV que aos poucos foi se voltando para o cinema. Entre seus filmes mais famosos estão, além de O Exorcista, produções como Operação França, Parceiros da Noite, Viver e Morrer em Los Angeles, entre outros. O longa foi um grande sucesso. Custou US$ por volta de 10,5 milhões para ser feito e arrecadou sensacionais US$ 441 milhões no mundo todo. Todo esse êxito fez com que os produtores não deixassem a obra em paz por muito tempo.

Em 1977 surge O Exorcista 2: O Herege, novamente com Linda Blair como protagonista e ainda se vendo às voltas com o demônio. Depois foi a vez de O Exorcista 3 (1993),Exorcista: O Início (2004, um prelúdio) e Dominion (2005). Além de todo o terror e suspense, O Exorcista é recheado de histórias de uma possível maldição. O ator Jack McGowran, que interpretou Burke Dennings, morreu logo após filmar a cena em que seu personagem também morre. Também há outros mitos como o set que pegou fogo e tudo foi queimado, menos o quarto onde foram feitas as cenas clássicas de Regan. Ellen Burstyn também se machucou feio durante a produção e isso tudo sem falar da carreira de Linda Blair, que nunca teve um novo grande sucesso nas telas.

Por tudo isso, O Exorcista é um clássico do cinema: suas cenas e tudo o que o cerca alimentam o mito até hoje. Aliás, esqueça as continuações porque são uma grande bobagem. Fique com o original.



Fonte: Uol / O Capacitor

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João Alves

João Alves

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