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Ícone dos 1980, Fofão negocia volta à TV

Aviso aos saudosistas dos anos 1980: Fofão está mais vivo do que nunca. O alienígena bochechudo que marcou a infância pré-TV a cabo e internet tem rodado o país fazendo shows e não esconde a vontade de voltar à televisão.



- É uma loucura. As mães adoram, as criancinhas se agarram na minha perna. Fiz show com Ivete Sangalo e com Quico (personagem de "Chaves") outro dia. Gostaria muito que o Fofão voltasse a ter um programa, já tive umas conversas iniciais. Isso satisfaria muita gente que me pede pelo Facebook e pessoalmente. Uma empresa de brinquedos me procurou para relançar o boneco - diz Orival Pessini, o homem por trás da máscara de látex.

Aos 69 anos, Pessini é simpático e falante. Divorciado, mora sozinho na Zona Oeste de São Paulo, mas diz que almoça quase todo dia na casa da ex-mulher ("ela se preocupa comigo"). Tem um filho de 24 anos e é avô de duas menininhas.


É pai também de um sem-número de personagens. Com cinco deles, se apresenta pelo país. Além do Fofão, um dos mais famosos é o Patropi, que fez parte do elenco da "A praça é nossa", do SBT, e foi aluno da "Escolinha do Professor Raimundo", na Globo, e, mais recentemente, da "Escolinha do Gugu", na Record, programa que gravou até maio deste ano.

Agora, seu nome tem circulado na Globo. O ator foi escalado para viver o pai do protagonista Cauã Reymond na minissérie policial “O caçador”, dirigida por Marçal Aquino e Fernando Bonassi, que irá ao ar ano que vem.

É o próprio ator, aliás, que confecciona as máscaras de seus personagens, num trabalho minucioso de artesão.

- Uso látex puro. Esse material é vivo. É como bico de mamadeira, com o tempo vai melando. Tenho que ficar refazendo as máscaras constantemente. Por isso que nunca encho a agenda. Eu envelheço, mas os personagens estão sempre iguais.

Ele conta como começou a carreira na televisão.

- Inspirado em Chico Anysio, que interpretava vários personagens com o advento do videotape, eu quis fazer o mesmo no teatro amador. Comecei a fazer as máscaras antes de entrar para a TV. A Globo ia lançar o programa "Planeta dos homens" (1976), uma sátira ao "Planeta dos macacos". Fúlvio Stefanini me indicou, fiz uma máscara de macaco e fui mostrar para o Boni em 1975. Criei o personagem Sócrates, que foi um sucesso na época - lembra ele

- Quando terminou, Boni pediu que eu criasse um personagem infantil. Não queria nem ver o piloto, o que eu criasse iria para o ar direto. Na época, o filme "E.T." fazia um baita sucesso. Pensei: vou criar um extraterrestre que é uma mistura de urso, cachorro, porquinho, palhaço e gente. Daí, nasceu o Fofão.


A estreia foi no programa "Balão mágico", da Globo. Com o fim da atração, em 1986, ganhou uma edição diária TV Fofão, na Bandeirantes, que ficou no ar de 1986 a 1989 e depois de 1994 a 1996.

FONTE: Blog Patricia Kogut

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João Alves

João Alves

Um comentário:

Anônimo disse...

é a televisão brasileira cada vez melhor.... :(

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